POTENCIÔMETRO ALPHA KOREA PUSH PULL LOGARÍTMICO – EIXO LONGO
Potenciômetro Alpha Korea Push Pull indicado para substituir o componente original ou adicionar novas possibilidades à elétrica de guitarras e contrabaixos sem precisar instalar uma chave adicional no instrumento.
O Push Pull reúne duas funções no mesmo componente: um potenciômetro convencional e uma chave DPDT independente, acionada ao puxar ou empurrar o eixo.
Disponível nas resistências A25K, A50K, A250K e A500K, possui curva A – Logarítmica e pode ser utilizado como Volume ou Tone, conforme a configuração elétrica do instrumento.
A chave integrada possui 6 terminais e pode ser utilizada em modificações como Coil Split, Série/Paralelo, inversão de fase e outras combinações compatíveis com uma chave DPDT. A função realizada pelo Push Pull depende da forma como a chave é ligada ao circuito.
Possui eixo longo e acompanha duas porcas para regulagem da altura útil do eixo, permitindo sua instalação direta na madeira ou também em instrumentos com escudo, desde que as medidas sejam compatíveis.
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
• Tipo: Push Pull
• Curva: A – Logarítmica
• Resistências disponíveis: A25K, A50K,A250K e A500K
• Função do potenciômetro: Volume ou Tone, conforme o circuito
• Chave integrada: DPDT
• Terminais da chave: 6
• Acionamento da chave: puxar / empurrar o eixo
• Eixo: longo
• Instalação: madeira ou escudo, conforme as medidas do instrumento
• Regulagem do eixo: acompanha 2 porcas para ajuste da altura útil
• Aplicações da chave: Coil Split, Série/Paralelo, inversão de fase e outras modificações compatíveis com DPDT
• Marca: Alpha Korea
• Origem: Korea
QUAL RESISTÊNCIA ESCOLHER?
A resistência deve ser escolhida de acordo com o circuito do instrumento e com a especificação do potenciômetro que será substituído.
A25K e A50k são encontrados em determinadas configurações de instrumentos com circuitos ativos.
A250K é uma referência tradicional em circuitos passivos com captadores Single Coil.
A500K é uma referência tradicional em circuitos passivos com captadores Humbucker.
Essas aplicações são referências e não regras absolutas. Em uma substituição, confira sempre a resistência do potenciômetro original e a configuração elétrica do instrumento.
CONFIRA ANTES DE COMPRAR
Antes da substituição ou modificação, confira:
• Resistência necessária: A25K,A50K, A250K ou A500K
• Curva: A – Logarítmica
• Comprimento necessário do eixo
• Espessura da madeira ou do escudo
• Profundidade disponível dentro da cavidade
• Espaço interno para o corpo e para a chave do Push Pull
• Tipo de captador e quantidade de fios, quando utilizado para Coil Split
• Esquema elétrico da modificação que será realizada
O Push Pull possui construção mais profunda que um potenciômetro convencional devido à chave localizada na parte inferior. Por isso, além do eixo, é importante verificar o espaço interno disponível no instrumento.
PUSH PULL – POTENCIÔMETRO E CHAVE NO MESMO COMPONENTE
O Push Pull combina um potenciômetro convencional com uma chave elétrica acionada pelo próprio eixo.
O potenciômetro continua realizando normalmente a função definida pelo circuito, como Volume ou Tone.
Ao puxar ou empurrar o eixo, uma chave independente é acionada, permitindo alterar determinadas ligações do circuito sem adicionar uma chave externa ao instrumento.
Isso permite acrescentar novas funções à elétrica aproveitando a posição de um potenciômetro já existente.
CHAVE DPDT – 6 TERMINAIS
A chave integrada ao Push Pull possui configuração DPDT e 6 terminais.
Ela permite comutar duas seções do circuito e pode ser utilizada em diferentes modificações elétricas.
A função final depende da ligação realizada.
Por isso, o Push Pull não é exclusivamente uma chave para Coil Split, Série/Paralelo ou inversão de fase. O mesmo componente pode exercer diferentes funções de acordo com o projeto elétrico do instrumento.
COIL SPLIT – UMA DAS APLICAÇÕES DO PUSH PULL
Uma das aplicações mais conhecidas do Push Pull é o Coil Split.
Nessa configuração, a chave permite alterar a ligação de um captador Humbucker para utilizar apenas uma de suas bobinas.
Porém, instalar um Push Pull não significa que qualquer Humbucker poderá realizar Coil Split.
O captador precisa disponibilizar eletricamente as conexões necessárias para essa modificação. Antes da compra, confira a quantidade de condutores e o esquema de ligação do captador.
SÉRIE / PARALELO
A chave DPDT também pode ser utilizada em determinados circuitos para alterar a forma como bobinas ou captadores são conectados.
Uma das possibilidades é a comutação entre ligações em Série e Paralelo.
A possibilidade dessa modificação depende da construção dos captadores e do esquema elétrico utilizado.
INVERSÃO DE FASE
Outra aplicação possível é utilizar a chave do Push Pull para realizar inversão de fase em circuitos compatíveis.
Essa modificação altera a relação elétrica entre captadores quando utilizados em conjunto.
Assim como nas demais funções, a possibilidade de realizar a modificação depende da configuração dos captadores e do circuito do instrumento.
PUSH PULL E MINI SWITCH – QUAL A DIFERENÇA?
Diversas modificações realizadas através de uma Mini Switch DPDT também podem ser feitas utilizando a chave DPDT incorporada ao Push Pull.
A principal diferença está na forma de acionamento e instalação.
A Mini Switch adiciona uma chave dedicada ao instrumento e normalmente necessita de um local próprio para instalação.
O Push Pull utiliza o próprio eixo do potenciômetro para acionar a chave, permitindo realizar determinadas modificações sem adicionar uma nova chave visível no escudo ou no corpo do instrumento.
EIXO LONGO – INSTALAÇÃO NA MADEIRA OU EM ESCUDO
Este modelo possui eixo longo, indicado para instrumentos com instalação direta na madeira.
Acompanha duas porcas que permitem regular a altura útil do eixo. Dessa forma, o comprimento disponível acima da superfície pode ser ajustado para utilização também em instrumentos com escudo, desde que as medidas sejam compatíveis.
Uma das porcas pode ser utilizada para limitar internamente a altura do eixo, enquanto a outra realiza a fixação do potenciômetro.
Antes da compra, confira a espessura da madeira ou do escudo, o comprimento necessário do eixo e a profundidade disponível na cavidade do instrumento.
ATENÇÃO À PROFUNDIDADE DA CAVIDADE
O conjunto do Push Pull ocupa mais espaço interno que um potenciômetro convencional devido à chave instalada abaixo do potenciômetro.
Por isso, não verifique apenas o comprimento do eixo.
Confira também a profundidade e o espaço interno da cavidade do instrumento para garantir que o componente possa ser instalado sem interferências.
CURVA A – LOGARÍTMICA
Este modelo utiliza curva A – Logarítmica.
Essa curva é muito utilizada no controle de Volume de guitarras e contrabaixos por proporcionar uma percepção mais progressiva da variação do sinal durante o movimento do knob.
Também pode ser utilizada em Tone quando essa for a especificação escolhida para o circuito.
A curva do potenciômetro e a função da chave Push Pull são independentes. Puxar ou empurrar o eixo não altera a resistência nominal ou a curva do potenciômetro.
PERGUNTAS FREQUENTES
O PUSH PULL PODE SER USADO COMO VOLUME?
Sim. Este modelo possui curva A – Logarítmica e pode ser utilizado como Volume quando compatível com a configuração elétrica do instrumento.
POSSO USAR O PUSH PULL NO TONE?
Sim. O Push Pull também pode ser utilizado como Tone. A função do potenciômetro depende da ligação realizada no circuito.
TODO PUSH PULL FAZ COIL SPLIT?
A chave DPDT do Push Pull permite realizar Coil Split em circuitos compatíveis, mas a função depende da ligação realizada e das conexões disponíveis no captador.
QUALQUER HUMBUCKER PODE FAZER COIL SPLIT?
Não. O captador precisa disponibilizar as conexões necessárias para acessar suas bobinas separadamente. Confira a fiação e o esquema do fabricante do captador antes da modificação.
O PUSH PULL JÁ VEM CONFIGURADO PARA COIL SPLIT?
Não. O Push Pull fornece a chave DPDT que pode ser utilizada em diferentes tipos de comutação. A função é definida durante a instalação através das ligações realizadas nos terminais.
POSSO FAZER SÉRIE / PARALELO?
Sim, em circuitos e captadores compatíveis. A chave DPDT pode ser utilizada para esse tipo de comutação quando o esquema elétrico permitir.
POSSO FAZER INVERSÃO DE FASE?
Sim, em configurações compatíveis. A possibilidade depende da fiação dos captadores e do circuito utilizado.
QUAL A DIFERENÇA ENTRE PUSH PULL E MINI SWITCH?
Ambos podem ser utilizados para realizar diferentes modificações elétricas. No Push Pull, a chave é incorporada ao potenciômetro e acionada puxando ou empurrando o eixo. A Mini Switch utiliza uma chave separada.
PRECISO FAZER UM NOVO FURO NO INSTRUMENTO?
Quando o Push Pull substitui um potenciômetro compatível já existente, normalmente é possível utilizar a mesma posição do controle, evitando adicionar uma Mini Switch visível. Porém, é necessário conferir as medidas de instalação e o espaço interno disponível.
O EIXO LONGO SERVE PARA INSTALAÇÃO DIRETA NA MADEIRA?
Sim. O eixo longo permite a instalação em instrumentos nos quais o potenciômetro atravessa a madeira do corpo, desde que as medidas sejam compatíveis.
POSSO USAR O EIXO LONGO EM INSTRUMENTOS COM ESCUDO?
Sim. Este modelo acompanha duas porcas que permitem regular a altura útil do eixo, possibilitando sua utilização também em instrumentos com escudo, desde que as medidas e o espaço interno sejam compatíveis.
PARA QUE SERVEM AS DUAS PORCAS?
As duas porcas permitem regular a altura útil do eixo. Uma delas pode limitar a altura internamente e a outra realizar a fixação do potenciômetro, facilitando a adaptação para diferentes espessuras de instalação.
POR QUE PRECISO CONFERIR A PROFUNDIDADE DA CAVIDADE?
Porque a chave localizada abaixo do potenciômetro aumenta a altura total do componente. Alguns instrumentos possuem cavidades mais rasas e podem não oferecer espaço suficiente para a instalação.
A CHAVE ALTERA O FUNCIONAMENTO NORMAL DO POTENCIÔMETRO?
Não por si só. O potenciômetro e a chave são seções independentes. O resultado obtido ao puxar ou empurrar o eixo depende das ligações realizadas no circuito.
Importante: por se tratar de um componente metálico, podem ocorrer pequenas variações de tonalidade, acabamento e marcas superficiais entre as unidades. Essas características são normais do processo de fabricação e não alteram o funcionamento do produto.